Não é meia-noite quem quer
António Lobo Antunes
“Não é meia-noite quem quer, que deslumbramento para
mim: olha o meu pai no hospital, de bata, olha eu no hospital, a sofrer. Já não
sofro: cansei-me de dar prazer à desgraça. Se acontecer alguma chatice leva-me
mas não me aborreças”
O enredo do livro desenvolve-se em três dias, sexta-feira,
sábado e domingo.
Uma mulher com perto de cinquenta anos vai passar um fim-de-semana na casa de férias da família, numa praia não identificada. A casa, modesta, foi vendida e ela quer despedir-se dela, mas também relembrar tudo o que ali se passou – a sua infância com os pais e os irmãos, o suicídio do irmão mais velho, o irmão surdo-mudo, o complexo e dramático relacionamento dos pais, a menina da casa em frente, sua amiga do tempo de férias.
Uma mulher com perto de cinquenta anos vai passar um fim-de-semana na casa de férias da família, numa praia não identificada. A casa, modesta, foi vendida e ela quer despedir-se dela, mas também relembrar tudo o que ali se passou – a sua infância com os pais e os irmãos, o suicídio do irmão mais velho, o irmão surdo-mudo, o complexo e dramático relacionamento dos pais, a menina da casa em frente, sua amiga do tempo de férias.

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